E também ela, certa vez, com um guarda-chuva que quase a levava pelos ares, teve medo de morrer. E que outro querer mais poderia ter no mundo o que vive? Mas queria morrer no meio de sua gente. Medo mesmo não era de morte, era da falta de olhos de agradecer e ter saudade. E por isso estava ali. E sempre existiu no peito, desde o guarda-chuva, o desejo de ser levada e ser, ela própria, o vento. Mas, mesmo assim, voltaria e os protegeria de seu temor. Tinha olhos de agradecer e guardar saudade.
★ ENCONTRO ANUAL DE ESTUDOS DE MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA - 9ª EDIÇÃO (2026)
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★ *ENCONTRO ANUAL DE ESTUDOS DE MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA - 9ª EDIÇÃO
(2026)*
*DATA:* 21/05/26 (quinta-feira)
*HORÁRIO:* de 19:00 às 21h
📍*LOCAL:* I...
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