E havia um azul. Diáfano como existir. E de um desejo de paz... E que fez rir a madrinha e as mulheres ao redor quando disse, conforme instruída pela mãe, que era o vestido de ver Deus. E verdadeiramente era. E o usava. E encontrava colo de deitar e ser pequena e criança e chorar para ter acalanto de ninar sonho bom e com anjo. E de Deus poderia ter tudo e não desejava nada além da própria dor e de ser uma tentativa, o encargo de inaugurar o pecado. Queria de Deus não se consolar nunca e papel e caneta.
XXI ENCONTRO NACIONAL DE GEÓGRAFAS E GEÓGRAFOS – XXI ENG | Salvador, 19 a
24 de julho de 2026 | AGB (Associação dos Geógrafos Brasileiros)
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🔴 Mesa 07 (20 de julho, 8h, UFBA):
GEOGRAFIA, MEMÓRIA, PODER E LUTAS SOCIAIS: AS DIMENSÕES CONTEMPORÂNEAS DO
PATRIMÔNIO CULTURAL
Julia Santos Cosserm...
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